Página com temas de Direito, principalmente, de atuação do advogado Wagner Dias Ferreira (Pós Graduado em Dir. Público): Criminal, Dir. Humanos, Trabalhista/Sindical e Previdência. Escritório: Rua da Bahia, Nº 1.148 - sala: 1.010 - Ed. Maletta - Lourdes - BH-MG - CEP 30.160-906 Fones de contato: (31) 99218-0090 e (31) 3657-0090 E-mail: wdferreira@gmail.com Página no facebook: www.facebook.com.br/wagnerdiasferreiraadvogado, X: @wdferreira007, Instagram @advwagnerdias.
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2023
II Colégio de Presidentes de Comissões da Seccional OAB/MG
domingo, 12 de fevereiro de 2023
Alma humana coletiva e comunitária é o artigo de fevereiro
"Hoje, a preponderância dos temas climáticos e a necessidade de um novo olhar sobre a natureza, inclusive se falando em termos de Direitos Humanos Ambientais, esses aspectos da Alma Humana Coletiva e Comunitária, está a exigir uma convergência inter-religiosa comunicativa, onde a preocupação comunicativa reconhece que o discurso produz realidade, para que, pacificado o conflito na Alma da Humanidade, a civilização possa se tornar a guardiã primeira da natureza", afirma Wagner Dias Ferreira.
Alma
humana coletiva e comunitária
*Wagner Dias Ferreira
Os alertas mundiais a respeito das mudanças climáticas afirmados por muitos e negados por outros despertaram a humanidade para o reconhecimento de que todos e todes têm que se comprometer com a preservação da natureza propiciando a continuidade da vida.
Não são raras situações que nos alertam para o fato de que a natureza está reagindo à ação humana. Repensar é necessário. E, para uma mudança de rumos, a humanidade precisa rever sua alma humana, coletiva e comunitária.
As teorias mais contemporâneas afirmam que o homo sapiens surgiu na África e, por meio de grandes migrações, ocupou o planeta. Neste aspecto, vale sempre lembrar de como foi importante o encontro do Crânio da Luzia em Lagoa Santa/MG como um relevante componente na construção dessas teorias migratórias do homem pré-histórico.
Imaginar que ainda sem uma linguagem os seres humanos foram migrando e ocupando o território ao longo de milhares de anos. Tudo isso proporcionou o registro na Alma Humana, não no sentido individual, mas na Alma Humana Coletiva e Comunitária toda uma percepção da relação humana com a natureza.
Com o advento da civilização, a mesma Alma Humana Coletiva ou Comunitária começa a ser “colonizada” por relações que não são mais do homem com a natureza, mas do homem com o homem em sociedade.
De certo modo, isso proporcionou um esquecimento humano das relações diretas com a natureza. Esse desprendimento em relação ao ambiente natural fez o homem olhar para o planeta como um objeto mercantil a ser explorado e transformado em lucro. Hoje colhemos o fruto dessa distorção experimentando as mudanças climáticas, provavelmente, as pandemias e outros fenômenos que são fruto de uma natureza agonizante.
Quando se toma as expressões e crenças mais antigas existentes na humanidade todas reportam a relação do homem com a natureza. É possível perceber esse conflito do antigo e natural com o moderno civilizatório nos escritos da coletânea de Livros “As Brumas de Avalon” que se propõe a mostrar a história do Rei Arthur enraizada na cultura celta presente no ambiente do Reino Unido.
É perceptível no livro o conflito entre a cultura celta, antiga e da natureza, e a cultura romana, moderna e da civilização, que chegava à Grã Bretanha na época descrita pelo livro.
Nesse sentido, o uso contemporâneo da expressão “povos originários” é fundamental para reconhecimento dos serviços prestados por esses povos a alma humana de hoje.
O comportamento Cristão de chamar de bruxaria as práticas não cristãs inibiu uma presença mais ostensiva entre os homens de condutas mais ligadas à natureza.
Sofreram muito com isso, no Brasil, as expressões e crenças de povos originários e de matriz africana. Ambas muito fortemente arraigadas nos elementos naturais.
Nas religiões de matriz africana, que até hoje sofrem fortemente com o preconceito e a discriminação, é fácil notar que todas as suas divindades têm um elemento correlato na natureza, uma erva que o representa etc.
Para aqueles que são do campo do direito sabem que, entre os orixás, Shangô é considerado o orixá da justiça, tendo como um de seus elementos a rocha, denotando a firmeza, solidez. Bem como os raios que em tese permitem iluminar situações em determinados momentos. E um machado com corte dos dois lados, mostrando que pode cortar, fazer justiça onde quer, de qualquer lado que esteja o erro.
Hoje, a preponderância dos temas
climáticos e a necessidade de um novo olhar sobre a natureza, inclusive se
falando em termos de Direitos Humanos Ambientais, esses aspectos da Alma Humana
Coletiva e Comunitária, está a exigir uma convergência inter-religiosa
comunicativa, onde a preocupação comunicativa reconhece que o discurso produz
realidade, para que, pacificado o conflito na Alma da Humanidade, a civilização
possa se tornar a guardiã primeira da natureza.
*Advogado e Vice-Presidente da Comissão de Direitos Humanos
da OAB/MG
Últimas Notícias:
https://ultimasnoticias.inf.br/noticia/alma-humana-coletiva-e-comunitaria/
quinta-feira, 19 de janeiro de 2023
Entrevista para o programa Tribuna Livre da rádio América
O advogado e Vice-Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/MG concedeu, nesta quinta-feira (19/1), entrevista para a rádio América sobre a restauração da Comissão da Anistia pelo Ministério dos Direitos Humanos - A importância do órgão para a construção de identidade do povo brasileiro. Ela foi ao ar no programa Tribuna Livre.
A entrevista completa pode ser conferida no site da rádio
Entrevista Wagner Dias Ferreira para rádio América
Chamada no site da rádio América para a entrevista:
COMISSÃO DE ANISTIA: A IMPORTÂNCIA DO ÓRGÃO PARA A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE DO POVO BRASILEIRO
Radio America | Rádio América
19/01/2023 1:50 pm | Atualizado em: 19/01/2023 3:49 pm
O Ministério dos Direitos Humanos recompôs nesta terça-feira a Comissão de Anistia, criada para reparar e indenizar ex-presos da Ditadura civil-militar, no Brasil. Todos os militares nomeados pelo governo passado, de Jair Bolsonaro, foram exonerados. A repórter Giulliana Santos conversou com o vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-MG, Wagner Dias Ferreira, sobre a Recomposição da Comissão de Anistia e a importância do órgão. Confira a entrevista!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2023
Recebi láurea de agradecimento da OAB/MG
segunda-feira, 16 de janeiro de 2023
Reunião extraordinária da CNDH/CFOAB e Presidentes de CDHs Seccionais
sexta-feira, 13 de janeiro de 2023
Primeira reunião da CDH-OAB/MG avalia a gestão de 2022 e planeja ações para este ano
Participação especial de Nilmário Miranda, que foi nomeado para atuar como Assessor Especial de Defesa da Democracia, Memória e Verdade, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania
quinta-feira, 12 de janeiro de 2023
Reunião CDH-OAB/MG discute ocupação em Ibirité
O Vice-Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/MG, Wagner Dias Ferreira, participou hoje (12/1), de reunião com Frei Gilvander e o Promotor de Justiça de Ibirité, Domingos Ventura de Miranda e as famílias do Jardim Ibirité. "Esse foi mais um esforço para afastar o terrorismo da empresa MRS que está tentando retirar famílias de casas que ocupam há mais de 30 anos", afirma Ferreira.































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